28 de novembro de 2018

Novas evidências revelam como elementos pesados ​​foram criados após o Big Bang

Crédito: CC0 Public Domain

A teoria do Big Bang e a questão de como a vida na Terra começou fascinaram cientistas por décadas, mas agora uma nova pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental sugere que as condições que resultaram do Big Bang são diferentes do que pensávamos.

A teoria do Big Bang, desenvolvida em 1927, é considerada a explicação científica mais confiável de como o universo foi criado. Sugere que através de um processo de expansão e explosão foi criado gás hidrogênio que levou à formação de estrelas, e sua morte (supernova) levou à criação da vida.

O professor Snezhana Abarzhi e Annie Naveh, da Escola de Ciências Matemáticas da UWA, conduziram uma análise matemática das condições criadas a partir de uma supernova.

O professor Abarzhi disse que, embora a explosão da supernova tenha sido violenta, ela não foi tão turbulenta e rápida como se pensava anteriormente.

"É tradicionalmente considerado que a turbulência foi o mecanismo de transferência e acumulação de energia que resultou na formação de produtos químicos na supernova", disse o professor Abarzhi.

"No entanto, nossa pesquisa revelou que não foi turbulento, mas na verdade um processo lento em que pontos quentes de energia foram localizados e aprisionados, resultando na formação de, por exemplo, ferro, ouro e prata de átomos produzidos pelo Big Bang.

"As descobertas são importantes porque desafiam nossa compreensão da teoria do Big Bang e como a vida se formou."

O professor Abarzhi disse que era fascinante ver a complexidade de como o universo poderia ter sido formado.

"Os seres humanos essencialmente começaram como átomos de hidrogênio e energia, girando ao redor para criar outros produtos químicos e essas interações resultaram em vida", disse ela.

"A criação da vida na Terra sempre nos fascinará e nos desafia, deixando mais perguntas do que respostas, mas essa pesquisa mais recente nos aproxima um passo da compreensão de como viemos a existir."

Fonte - Phys.org

Expandindo referencias:

PNAS - Academia Nacional de Ciências





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